Minha primeira confraria

Por Suzana Barelli

Dizem que a primeira confraria ninguém esquece. É verdade, mas, no meu caso, é inesquecível também o momento em que surgiu a ideia de ter a minha primeira confraria. Oito ou nove anos atrás, fui convidada para assistir a um encontro da Confraria dos Enófilos do Alentejo, em São Paulo. Não sabia muito como seria o evento, mas tinha muita curiosidade sobre os vinhos desta região portuguesa – na época, principalmente sobre seus tintos. O evento começa com a entrada no salão de um grupo de 10 ou 12 homens, todos vestidos com um capote alentejano, um chapéu abeiro e seu taste-vin. Todos orgulhosos de estar lá, vestindo aquela roupa que mais lembra o período medieval e que me parecia tão quente para o clima brasileiro (veja a imagem ao lado).

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